Ex-Internacional, Leandrinho se aventura no futebol da Moldávia

Atacante defende o Sheriff, principal clube do país


O que você sabe sobre a Moldávia? Então lá vai um breve resumo. Trata-se de um pequeno país europeu que faz fronteira com a Romênia e a Ucrânia, que já pertenceu à União Soviética e tornou-se independente somente em 1991. Sua capital é Chisinau e a língua oficial do país é o romeno.

Além disso, tem uma população de cerca de 3,5 milhões de pessoas e possui uma área total de 33.846 km², tamanho um pouco menor que o do estado do Rio de Janeiro.

Mas por que estamos falando sobre isso? É que o De Primeira encontrou por lá o atacante Leandrinho, formado na base do Internacional e que atualmente defende o Sheriff, principal clube do país.


"A experiência está sendo muito boa e já estou adaptado. O que me chamou mais a atenção foi a estrutura do meu time. A estrutura se não for a mesma coisa, é melhor (do que a dos time que jogou no Brasil). Aqui é bem diferente a comida, a cultura e o profissionalismo", disse. 

Revelado no Internacional, Leandro tem construído uma carreira por mercados alternativos. Nas últimas temporadas, o jogador de 24 anos já atuou na Geórgia (FC Dila) e em Israel (Maccabi Netanya) antes de chegar à Moldávia.
"O futebol hoje está muito evoluído onde quer que você vá. Sempre tem ligas muito boas. Nos países que eu passei acabou que, logo em seguida, outros times me contrataram", lembra.


Leandrinho chegou neste ano ao Sheriff, clube que já venceu a liga nacional 17 vezes. Atualmente, a equipe é a líder da competição, que, ao contrário da grande maioria dos campeonato europeus, é disputada com um calendário diferente: de março a novembro. Apenas oito equipes disputam a primeira divisão. 

Recentemente, Leandrinho conquistou, inclusive, o seu primeiro título oficial pelo clube: a Taça da Moldávia. 

Apesar das últimas aventuras em solo europeu e do sonho de atuar nos grandes centros, Leandrinho não descarta voltar ao futebol brasileiro e abriu as portas para possíveis convites.


"Eu sempre sonhei em jogar em um grande clube da Europa: na Inglaterra, na Alemanha ou na Espanha. O futebol brasileiro é demais. Vejo grandes jogadores jogando. Tenho muita vontade de voltar. Se algum clube se interessar no meu futebol, quem sabe", encerra.

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