Ex-Flu lembra de partida ao lado de CR7 e fala sobre idolatria na Indonésia

Zagueiro Arthur defende atualmente o Arema


Arthur começou no Fluminense e ainda muito cedo teve a chance de ter experiências num dos maiores clubes do mundo: o Manchester United.

A carreira do zagueiro, no entanto, tomou outros rumos, e ele foi ser ídolo do outro lado do mundo. Aos 29 anos, ele defende o Arema, da primeira divisão da Indonésia.

"Estou no meu quarto ano na Indonésia. Tem sido muito legal pelo reconhecimento do meu trabalho durante esse tempo que estou aqui. Estou muito feliz na Indonésia", disse ele em entrevista exclusiva ao De Primeira.

O defensor brasileiro chegou à Indonésia em 2016. Lá, conquistou o carinho da torcida e ganhou até o apelido de "Rei Arthur", em homenagem ao histórico líder britânico.

"O apelido acaba deixando a cobrança maior, mas eu gosto sim", garante.


Na Indonésia, Arthur se impressionou pela paixão do povo local pelo futebol. Tanto que ganhou até fã-clube no país.

O zagueiro , aliás, tem passado por situações para lá de curiosas no clássico contra o Persib.

"O que mais me chama a atenção é o fanatismo e o carinho da torcida. Na verdade, eu não vive muitas coisas curiosas, mas teve uma história em especial, que foi ter que ir para alguns jogos de caveirão, por causa da rivalidade", lembra.

Arthur foi formado na base do Fluminense. Entre 2005 e 2007, passou por um intercâmbio no Manchester United. Acabou não ficando no clube por ter não o passaporte europeu, mas teve a oportunidade de atuar ao lado de um dos maiores jogadores de todos os tempos num amistoso.


"Foram algumas viagens para o Manchester United quando eu ainda era das categorias de base do Fluminense. O momento mais marcante foi jogar um amistoso ao lado do Cristiano Ronaldo no time B, quando ele estava voltando de uma lesão", recorda.

Consolidado no futebol asiático, Arthur ainda não pretende voltar ao Brasil por agora, mas não descarta um retorno no futuro.

"Os meus planos para o futuro por enquanto são de continuar pela Ásia. Mas quem sabe um dia encerrar a carreira jogando em algum clube do Brasil. Isso seria legal", encerrou.

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